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Jornalista e autor. Explica o Brasil — política, tecnologia e história — a quem decide.
Meio · O Globo · CBN · Ponto de Partida · oito livros
O Brasil não está dividido em dois. Está dividido em cinco.
Bio
Pedro Doria explica o Brasil: política, tecnologia e história. Fundador e diretor de jornalismo do Meio, colunista de O Globo e comentarista da CBN, é autor de oito livros — os mais recentes usam a história do Brasil para entender o país de agora. Há vinte anos sobe em palcos para explicar o Brasil a quem não é de política, e tecnologia a quem não é de tecnologia.
Pedro Doria é jornalista e escritor, carioca, autor de oito livros — mais de 200 mil exemplares vendidos. Em 2016 fundou o Meio, do qual é diretor de jornalismo; lá edita a newsletter que resume o dia em poucos minutos de leitura e conduz o Ponto de Partida. Mantém coluna em O Globo e comentário na CBN.
Foi editor-chefe de conteúdos digitais do Estadão e editor-executivo de O Globo, onde liderou a equipe que venceu o Prêmio Esso de Melhor Contribuição à Imprensa, em 2012. Foi Knight Latin American Fellow na Universidade de Stanford e é Peter Jennings Fellow no National Constitution Center. Seus livros mais recentes — 1565, 1789, Tenentes, Fascismo à Brasileira — usam a história do Brasil como ferramenta para entender o presente.
Pedro Doria é jornalista e escritor, carioca, autor de oito livros — mais de 200 mil exemplares vendidos. Começou na profissão em 1994, na revista Macworld Brasil, e no ano seguinte já escrevia sobre uma novidade chamada internet — seu primeiro livro, Manual para a Internet, foi o primeiro publicado sobre a rede no Brasil — e nunca mais parou de fazer a mesma pergunta: o que cada novidade está fazendo com o país, com a política, com a gente?
Foi editor-chefe de conteúdos digitais do Estadão e editor-executivo de O Globo, onde liderou a equipe que venceu o Prêmio Esso de Melhor Contribuição à Imprensa, em 2012. Viveu dois períodos no Vale do Silício e foi Knight Latin American Fellow na Universidade de Stanford, estudando a relação entre imprensa, democracia e internet. É também Peter Jennings Fellow no National Constitution Center, dedicado ao estudo da Constituição americana.
Em 2016 fundou o Meio, do qual é diretor de jornalismo — a aposta de que o problema da era não é falta de informação, e sim de sentido. No Meio, edita a newsletter que resume o dia em poucos minutos de leitura e conduz o Ponto de Partida. Mantém coluna em O Globo e comentário na CBN. Seus livros mais recentes — 1565, 1789, Tenentes, Fascismo à Brasileira — usam a história do Brasil como ferramenta para entender o presente: o país que temos é o país que fizemos, e dá para contar essa história sem jargão e sem tédio.
É essa a conversa que ele leva ao palco. Não a palestra de futurologia, nem o inventário de gadgets: uma tese sobre o Brasil, feita de política, tecnologia e história — defendida diante de bancos, indústrias, escolas de negócio e academias de letras, ajustada para cada plateia, sustentada em vinte anos de reportagem.
Palestras
O Brasil em 2027: como transformar incerteza em direção estratégica
“Quem ganhar a eleição não vai governar o Brasil em 2027.”
Não promete prever quem vence. É sobre o que vem depois: o que já é previsível independentemente da urna — a conta fiscal, um país que vive em cinco realidades e um terço de eleitores órfãos de polo, a disputa entre Estados Unidos e China que chega por canetada, não por ideologia. Cenários por segmento, com o seu setor na tela. A sala sai com mais clareza, menos ansiedade e um plano para o ano que decide os próximos quatro.
1. Separar o que a urna muda do que já está escrito.
2. Ler o próprio cliente nos cinco Brasis.
3. Preparar a planilha para a canetada, não para a ideologia.
Para quem: conselhos, investidores, associações, indústria, famílias empresárias.
Nós, Brasileiros
“Seu cliente, seu funcionário e seu fornecedor vivem em cinco países diferentes.”
O Brasil não se divide em dois. Divide-se em cinco grupos: Agro, Periferia Urbana, Popular-Estatal, Classe Média e Elite. Cada um com lógica própria de trabalho, tempo, medo e ambição. E eles não se reconhecem entre si.
A partir dessa visão, Pedro Doria propõe uma leitura inédita do país, conectada à complexidade da realidade atual. A análise dos cinco grupos se aplica a três demandas distintas do mundo corporativo: cenário político e econômico, comportamento e consumo ou relações de trabalho. O contratante escolhe a entrada que faz sentido para o seu momento.
Para quem: marketing e planejamento, entidades, cooperativas, Sistema S, RH, famílias.
A IA vai mudar o seu trabalho?
“O sênior deveria usar mais; o júnior, menos.”
A máquina não pensa — prevê. Ela diz com confiança, mas não sabe quando acerta. A diferença entre a empresa que ganha com IA e a que só paga a licença não está na ferramenta: está em saber o que IA de fato é, em entender onde ela ajuda — e se reorganizar para trabalhar de um jeito completamente distinto. Quem saltará na frente é quem compreender o mapa.
Para quem: escritórios, Ministério Público e cartórios, lideranças, convenções.
O Jogo: China, EUA e o Brasil
“O Brasil não vai escolher lado. Vai negociar com os dois.”
Duas máquinas nacionais e o que cada uma quebrou; a disputa da IA (o modelo é tesouro ou commodity?); e o Brasil como consequência direta. Não dependa de plataforma.
Para quem: indústria, exportadores, agro, conselhos.
Keynote: 45 min + 15 de perguntas.
Conversa à mesa: café, almoço ou jantar, 10 a 30 pessoas, sem slides, 60 a 90 min.
Painel ou mediação.
Online.
Idiomas: português e inglês. Viaja de: Rio de Janeiro.
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DMT Palestras · Ana Souza
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