Pedro Doria é carioca.

Nascido em 1974, é editor do Meio, uma newsletter diária que informa tudo o que há de importante no dia em 8 minutos. Assine. Não custa nada. É também colunista dos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, da rádio CBN, além de escritor.

É autor de sete livros. Manual para a Internet (Revan, 1995) foi o primeiro publicado no Brasil sobre a rede.

O livro mais recente é 'Tenentes, A Guerra Civil Brasileira’, sobre o movimento revolucionário dos anos 1920 nascido dentro do Exército brasileiro. É um período central da história, embora passe batido naquelas aulas do colégio. O movimento precipitou o fim da República Velha e implementou a ideologia que terminaria, várias décadas depois, no Regime Militar inaugurado em 1964.

Sua coluna sobre vida digital já passou pelos três principais jornais do país. Começou na Folha, em 2004, e hoje sai às sextas-feiras tanto no Globo quanto no Estadão. Por ela, venceu em 2015 o Prêmio Comunique-se: melhor jornalista de tecnologia brasileiro e o Prêmio Especialistas, na mesma categoria. Pedro viveu por dois períodos no Vale do Silício: entre 1989 e 1990 e, posteriormente, entre 2008 e 2009. Foi Knight Latin American Fellow na Universidade de Stanford (Califórnia) e Peter Jennings Fellow no National Constitution Center (Filadélfia).

Em 2012, liderou no Globo a equipe que venceu o Prêmio ESSO de Melhor Contribuição à Imprensa.

Seus livros mais recentes centram em história. 1565, Enquanto o Brasil Nascia (Nova Fronteira, 2012) trata do período em que o sudeste brasileiro se formou, centrado no Rio e em São Paulo. 1789 (Nova Fronteira, 2014) reconstrói em detalhes a Minas setecentista e a Inconfidência Mineira.

Eu gosto de uma coisa errada (Ediouro, 2006) reúne uma série de reportagens escritas para o NoMínimo e a Folha com temas que transitam pelo encontro entre nudez, sexo e vida digital. Faz parte da coleção o primeiro perfil de Bruna Surfistinha, a jovem garota de programa cuja vida virou filme.

Iniciou a carreira como colunista da revista Macworld Brasil, em 1994. Trabalhou na TV Globo, em O Dia, nos sites NO. e NoMínimo e no Estado de S. Paulo, onde chegou a editor-chefe de Conteúdos Digitais. No Globo, foi também editor-executivo.

Entre 2002 e 2009 escreveu um premiado blog sobre política internacional. Inter é a outra área à qual se dedicou como editor em NO. e NoMínimo e, posteriormente, como editor-assistente no caderno Aliás, do Estadão.

Recebeu o Prêmio Caixa de Reportagem Social, o Bobs, da rede alemã Deutsche Welle, e o Best Blogs Brazil na categoria política.

Pedro é casado com a jornalista Marina Gomara. Tem três filhos. Laura e Felipe, cariocas, e o paulistano Tomás.

Foto: Leo Martins.

Foto: Leo Martins.